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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Sem Nome...Apenas um esboço musical...

Quando a noite chega,e me envolve
Sinto um vazio em meu ser
Choro em silencio
Preciso de alguém junto de mim

Procuro por tantos caminhos
Uma razão pra seguir em frente
Algo que me preencha
Mais tudo que acho certo
Não passa de uma ilusão

O tempo mostrara a verdade
Uma luz para me guiar
Busco sem descanso
Não posso desanimar

Agora me clareiam os olhos
Ha tantos motivos para sorrir
Tudo está concreto
A certeza está a minha frente
Pois agora, eu encontrei você.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Escuridão Profunda

"Eu ouço gritos agonizados de almas caídas,
Que rasgam o silêncio da escuridão
Por onde passo só o que vejo é morte
Sinto o vento me congelar
Faz me perder todas as esperanças
E tudo o que e em que consigo pensar é se sairei vivo

Enquanto a dor e a loucura passam por mim
O ruído dos galhos se quebrando soam como tortura
Um passeio pelo pântano maldito
E tudo perde o sentido

Vidas em jogo ou não
Tudo parece ser em vão
É impossível ter confiança

O céu macabro parece tramar algo
A mãe lua se esconde feito criança
Folhas secas caem ao chão
Como um manifesto da morte

Toda a doença e a maldade me tomam por completo
Insensatamente me sinto mais forte
Percebo que pertenço ao lado negro
Caio de joelhos
E choro..."

Créditos:
Música escrita por um querido amigo Matheus Martini.

Poesia

"Amor, mísero Amor, eu sei que um dia
Colhendo flores pelo prado andavas,
       Uma rosa tocavas
Quando uma abelha o dedo te mordia,
Choraste então, e te queixaste aflito,
Ouviu-te a Mãe, e consolou teu grito."

                                                      (Influências Sofridas- Livro: Poesia do Ouro)

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Vestibular

Ola Pessoal, com o vestibular chegando estou aqui para lhes passar algumas dicas. 

Pois bem comecemos com elas;



1ª. ACERTOS.

Concentração e tranquilidade garantem o máximo de acertos possível.
Não se preocupe em tentar acertar um determinado número de questões.
2ª. ACHISMOS.

Nada de achismos!
Não adianta fazer suposições.
Utilize apenas as informações que, de fato, constam no enunciado. Não suponha nada além.
Não acredite cem por cento nas figuras: acho que esse ângulo é reto. Não! Ou está escrito no enunciado que ele é reto ou terá que deduzir isso.
3ª. AFETIVIDADE.

O estudante não pode tirar férias de sua condição humana.
As relações afetivas dão ao candidato o equilíbrio emocional necessário para enfrentar a rotina de estudos.

4ª. ÁGUA.
É importante manter-se hidratado.
Beba muita água (oito copos por dia, em média).
O leite e os sucos naturais de frutas, além de serem boas fontes de água, fornecem outras substâncias nutritivas essenciais ao organismo.
A água ajuda na digestão, no funcionamento dos rins e intestinos, além de regular a temperatura do corpo. Repõe a perda de líquidos aumentada com o calor e o estresse.

5ª. ALIMENTAÇÃO.
As proteínas, vitaminas e sais minerais são muito importantes.
As frituras são desaconselhadas, pois causam transtornos gastrointestinais.
Cereais, pães integrais e queijos irão deixá-lo bem mais disposto para estudar.
Ingira líquido à vontade, como água ou suco natural, mas nada de refrigerantes.
Feijoada, nem pensar, porque causa sonolência, deixando o raciocínio mais lento.
A alimentação balanceada é fundamental para um melhor desempenho das funções mentais.
Deixe o chiclete o mais rapidamente possível. Ele fabrica ácido clorídrico e provoca sensação de fome.
Os carboidratos são a principal fonte de energia do organismo e são encontrados no arroz, na batata, massas e pães.
Fazer pelo menos cinco refeições diárias, sem exagerar na quantidade, é o segredo (café da manhã, lanche, almoço, lanche da tarde e jantar).
No dia da prova, coma alimentos suaves e leves, como frutas, sucos e vitaminas. Evite comidas gordurosas, de difícil digestão, doces, chocolates, refrigerantes e balas, que causam desconforto gástrico.
6ª. AMBIENTE DE ESTUDO.
Fique longe de conversas e evite ruídos repetitivos.
Evite movimentos e sons que tirem sua concentração.
Não é necessário desligar-se totalmente do mundo – uma música instrumental, por exemplo, em volume mais baixo, é sempre uma boa companhia – mas resista a atender o telefone.
7ª. AMIGOS.
Cultive amigos.
Estabelecer relações sociais é necessário para alegrar a vida.
Um ombro amigo vale para dividir prazeres e tristezas e para compartilhar momentos especiais.
8ª. ANOTAÇÕES.
Manter os apontamentos é fundamental.
A escrita é um poderoso instrumento para preservar o conhecimento.
Tomar notas é a melhor técnica para guardar as informações obtidas em aula e em livros.
9ª. ANSIEDADE.
Não carregue sobre os ombros as expectativas de seus pais. Já bastam as suas!
O diálogo é a melhor saída para controlar a ansiedade de ser aprovado no vestibular.
A ansiedade e o medo são considerados reações normais em situações aflitivas, como provas.
A adrenalina produzida pela ansiedade pode ajudar no processo competitivo, gerando iniciativa e garra para lutar.
Aprender a ter controle sobre a situação em vez de entrar em pânico é a chave para um melhor aproveitamento da adrenalina.
10ª. ANTES DA PROVA.
Alivie a tensão, fazendo algo de que gosta e o deixa relaxado.
Assista a um filme, escute música, faça uma caminhada, etc.
11ª. APROVEITE TODOS OS HORÁRIOS.
Não perca um minuto sequer do seu precioso tempo.
Aproveite os minutos usados com deslocamentos, como as viagens de ônibus, por exemplo, ou as folgas no trabalho para repassar o que foi estudado.
12ª. ASSIMILAÇÃO.
Habitue-se a pensar, refletir, questionar e debater. O conteúdo assim torna-se assimilado, faz parte de você, pois tomou posse do saber.
13ª. ATIVIDADE FÍSICA.
A atividade física controla a ansiedade e aumenta a auto-estima.
Pratique exercícios físicos, de preferência de segunda a sexta-feira.
Escolha uma de que goste e comece a praticá-la aos poucos, sem forçar muito.
Lembre-se de que não é um atleta que está treinando para as olimpíadas.
14ª. ATUALIZAÇÃO.
Manter-se atualizado é tão importante quanto estudar.
Intensifique o seu grau de atualização, especialmente por meio da leitura de jornais, revistas e pesquisa na Internet.
15ª. AULAS. 
Mantenha a atenção nas aulas. É o melhor momento da aprendizagem.
A assiduidade às aulas é fator de sucesso, pois é difícil achar quem substitua a explicação do professor. É a comunicação direta, dinâmica e viva. Na lousa, as setas facilitam a percepção rápida. Há concomitância de palavras, gestos, figuras. O professor sabe de antemão os pontos mais obscuros, que apresentam mais dificuldades.
Há alunos que procedem como turistas. Aparecem de vez em quando para fazer suas visitas e, no fim do ano, se tornam especialistas em cálculos de porcentagem de faltas: aborrecem professores e funcionários da secretaria e estão sempre à deriva, em vias de entrar pelo cano.

Estas foram algumas dicas em breve estarei com mais algumas...
Obrigada pela colaboração de todos. beijos
Atenciosamente Ana Carolina Dominico. 




quarta-feira, 4 de maio de 2011

O MODA - Moda Vitoriana

Foi retirado do Blog da Lady DArkness, que contem varias coisas bem interessantes, visitem.. è so pesquisar no Google(Lady Darkness) e se deliciar nos conteudos.

vlw pela atencao de todos. =*

MODA - Moda Vitoriana

    O estilo Vitoriano na moda é inspirado no modo de vestir da Rainha Vitória, bem caracterizado por detalhes, rendas, golas altas, babados, mangas bufantes, laços, e espartilhos. As cores predominantes são as escuras e o estilo vitoriano é mais usado no inverno por ser mais pesado, inclusive por ter sido criado na Inglaterra medieval.

    É a moda repleta de volumes, forma balão, mangas fofas, muitos babados, rendas e gola alta. Além, é claro, das tonalidades escuras e a clássica sobriedade do preto.
 Tem sido cada vez mais comum encontrarmos nas roupas de agora traços da moda daquele período (séc XIX).
Histórico

     O início do período vitoriano (1837- 1860) é marcado pelo extremo recato das mulheres, que tinham seus movimentos restritos pelas pesadas vestes, mangas coladas e crinolina. A aparência das damas era de vulnerabilidade, as roupas eram desenhadas para fazerem as mulheres parecerem fracas e impotente, como de fato elas eram. As cores eram claras. O espartilho, que fazia mal à coluna e deformava, inclusive os órgãos internos, as debilitava ainda mais, impedindo-as de respirar profundamente. Além de elegante, o espartilho era considerado uma necessidade médica à constituição feminina, usado, inclusive, em versões juvenis a partir dos três ou quatro anos. Os cabelos eram cacheados, o ideal de beleza do início da era vitoriana exigia às mulheres uma constituição pequena e esguia, olhos grandes e escuros, boca pequenina e ombros caídos. A mulher deveria ser algo entre as crianças e os anjos: frágeis, tímidas, inocentes e sensíveis. A fraqueza e a inanidade eram consideradas qualidades desejáveis em uma mulher, era elegante ser pálida e desmaiar facilmente. “Saúde de ferro” e vigor eram características “vulgares das classes baixas”, reservadas às criadas e operárias.
   No livro “A Linguagem das Roupas”, Lurie descreve sobre o debilitante espartilho: “A mulher vitoriana usava várias camadas de corpetes. Três ou mais anáguas, uma armação de saia ou crinolina, e um vestido comprido que talvez contivesse vinte metros de lã grossa ou seda, e que freqüentemente, tinha barbatanas no corpinho e era adornado com tecido, fitas e contas complementares. Quando saía de casa, acrescentava um xale pesado e uma grande touca ou chapéu decorado com penas, flores, fitas e véu. Tudo junto, talvez carregasse de cinco a quinze quilos de roupa.”
  O reinado da rainha Vitória é marcado pela instalação moral e puritanismo, ela era uma figura solene. Em 1840 ela casa-se com Albert, e este torna-se o Príncipe Consorte. Esta época é tida como o apogeu das atitudes vitorianas, período pudico com um código moral estrito. Isto dura, aproximadamente, até 1890, quando o espirituoso estilo de vida “festeiro e expansivo” do príncipe de Gales, Edward, ecoava na sociedade da época. Em 1861 morre o príncipe Albert e ela mergulha em profunda tristeza, não tirando o luto até o fim de sua vida (1902). 

    A morte do príncipe Albert marca o início da segunda fase da era vitoriana. As roupas e as mulheres começam a mudar, os decotes sobem e as cores escurecem. A moda vitoriana do luto extremo e elaborado vestiu de preto britânicos e americanos por bastante tempo e contribuiu para tornar esta cor mais aceita e digna para as mulheres. Mesmo as crianças usavam o preto por um ano após a morte de um parente próximo. Uma viúva mantinha o luto por dois anos, podendo optar – como a rainha Vitória – por usá-lo permanentemente. 

    No final da era Vitoriana as saias já não são enormes, tornando-se mais justas. Em 1901 Eduardo VII se torna rei e já estamos na Belle Époque (1890 – 1914). A moda deste período é marcado pelo luxo e beleza das roupas, grandes chapéus muito bem e divertidamente ornados, muitas plumas e bordados. O rei é conhecido por seus apetites, amantes, extravagâncias e excessos, o oposto do recato e moralidade de sua mãe. A mais convencional mulher eduardiana e a do final do período vitoriano, já não era tão infantil e frágil. Nas décadas finais do século XIX, a mulher ideal se tornava cada vez mais madura. Novamente, a moda condescendente se alterou para se ajustar ao novo ideal. As curvas se acentuaram, o tecido se tornou mais pesado e as cores mais fortes e sóbrias. 

    O artista americano Charles Dana Gibson, por 20 anos, entre 1890 a 1910, satirizou a sociedade com a imagem da “The New Woman”, através de um desenho seu, chamado de “The Gibson Girl”. Esta era competitiva, esportiva, emancipada e, além de tudo, muito bela. Suas roupas estavam na moda tanto na América quanto na Inglaterra, eram saias compridas e camisas com broderie, às vezes com babados como gravata. Quase masculinas, estas roupas chocaram a época. É um estilo que nos remete à personagem da Disney Mary Poppins. 

    Após 1914, as atitudes e o estilo de vida europeu mudam bastante, pois o povo era assolado pelas atrocidades da 1ª.Guerra Mundial. Era algo novo, diferente do que tinham visto até então, o sentido de guerra não é mais o mesmo, pois agora há aviões e bombardeios, e as cenas de batalha cada vez mais perto. A identidade social e pessoal dos europeus muda. Esta mudança é refletida na cultura: podemos observar na moda que as roupas, depois de 1915, poderiam ser vestidas nos dias de hoje. As características da moda se transformaram. Agora, a excentricidade e o exagero dão lugar à elegância e “objetividade”, há um pouco mais de liberdade feminina, e se acentuam os traços do séc.XX.
 
Fontes:
http://www.modamanifesto.com (Por Ana Carolina Acom)
http://pt.wikipedia.org

domingo, 30 de janeiro de 2011